Fico aqui refletindo sobre as maravilhas que colhemos ao longo de nossa existência, ciclos que se cumprem renovam a missão que podemos denominar de vocação, outros a nominam como um mero impulso que brota do interior do ser humano.

As estações do ano, fases da lua, férias, trabalho, data de aniversário são aspectos perceptíveis que notamos essa dinâmica da vida, traz o dínamo aos nossos dias. Estamos em constante movimento…

Nesse mês de agosto em que mais uma vez celebra-se e fomenta-se as vocações lanço um olhar específico sobre o ato ou fato de ser pai.

Trocar fraldas, dar mamadeira, ficar acordado até tarde acalentando a criatura indefesa, ensinar os primeiros passos e rabiscos são atitudes naturais que têm se perdido em um tempo voltado à escassez do próprio tempo ou ao combate de estereótipos. A vocação de ser pai passa o tempo todo pela doação e, se preciso for, ao sacrifício de renunciar em prol de um bem maior: filho.

Ademais, o serviço do cuidado, carinho, afago, abraço, EU TE AMO, tantas demonstrações de afetividade para aqueles que também foram gerados pela figura paterna, não renega ou diminui a virilidade e a força nata do homem.

Não queremos, sobremaneira, avocar a vocação sublime da maternidade que carrega no próprio corpo o oblativo gesto de amar.

Neste dia 13 de agosto (domingo), tantos homens chamados a viver a paternidade renovam sua missão de amar as vidas confiadas aos seus cuidados, padecendo igualmente no paraíso, sendo aqui na terra o reflexo do Pai.

Por Leandro Henrique
Foto: Ariane Felipe

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