No ano de 1991, padre Jones Ronaldo do Espirito Santo Pedreira, hoje monsenhor, conseguiu junto a Companhia de Desenvolvimento do Estado do Tocantins (Codetins) - órgão do governo que era responsável pelas áreas a serem vendidas e doadas em Palmas - uma área destinada a cultos religiosos. Marcou, então, no mapa, a área onde, futuramente, seria instalada a Paróquia São Judas Tadeu.

Dois anos depois, em 1993, o padre foi procurado por uma senhora chamada Mara Menezes, que queria cumprir uma promessa feita a São Judas Tadeu: construir uma capela em honra a seu nome. Foi quando padre Jones ofereceu a ela parte do terreno para a construção da capela. Ele tinha, ainda, um projeto de fazer um templo maior, considerando a localização central do lote na capital.

Em 1996, com a chegada de Dom Alberto Taveira, Monsenhor Roberto, da Paróquia São Judas Tadeu em Brasília-DF, assumiu a comunidade de São Judas aqui e trouxe a Palmas grande devoção ao santo das causas impossíveis.

Pouco tempo depois, com a necessidade de o Monsenhor Roberto retornar à Brasília, o padre Ivo esteve à frente da comunidade. Mais tarde, Dom Alberto determinou que o padre Antonello Cadeddu – italiano, fundador do movimento Aliança de Misericórdia no Brasil – a assumisse. Ele ficou como vigário paroquial e cuidou das missas na região daquela que seria a Paróquia São Judas Tadeu, da quadra 105 Norte até o final da avenida Teotônio Segurado. Nesse período, a São Judas Tadeu - que antes pertencia a Paróquia São José - passou a pertencer à Paróquia Divino Espírito Santo, pastoreada pelo padre Jones.

Após sete anos da edificação da comunidade, junto ao Conselho Presbiteral, o arcebispo Dom Alberto Taveira constitui a Paróquia São Judas Tadeu através do Decreto nº 004 de 2000 e, por meio da Provisão nº 022 do mesmo ano, nomeia o, agora, Monsenhor Jones, seu pároco, empossado na Santa Missa presidida por Dom Alberto em 28 de outubro de 2000, dia em que a Igreja celebra a memória de São Judas Tadeu.

Histórico